Prefeito proíbe "pulseiras do sexo" Moda entre estudantes, elas possuem conotação sexual na internet e em bailes funk
Em Navegantes (interior de Santa Catarina), o prefeito Roberto Carlos de Souza sancionou uma lei que proíbe o uso das chamadas "pulseirinhas do sexo" por crianças e jovens em escolas da rede municipal.
Tratadas como brinquedo, as pulseiras coloridas causam polêmica por uma suposta conotação sexual, comum na internet, em festas e bailes funk.
Nestes lugares, quem usa os acessórios participa de um jogo erótico. Cada cor tem um significado e revela um grau de intimidade, que vai de um abraço até a prática sexual completa, que seria feita quando a pulseira é arrancada por outra pessoa.
Em nota, o prefeito afirma que a repercussão do assunto está provocando discussões equivocadas sobre sexo dentro dos colégios e outras unidades de ensino:
- Temos crianças entre dez e 12 anos utilizando uma linguagem não apropriada sobre o tema incitado por esta moda.
Além da proibição, a prefeitura orientará os pais e responsáveis sobre o significado das pulseiras. Para Souza, a decisão é uma forma de prevenir a precocidade de crianças em relação ao sexo.
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